Mas vem um sentimento de nostalgia que te lembra o que andas fazendo ultimamente no mundo, né? Ocupando espaço. Ninguém se importa. Quem disse que ia estar sempre com você pegou o primeiro trem e hoje são pouquíssimos os que cumpriram suas promessas. Aliás, por que diabos fui acreditar em promessas? Por que eu não fui viver minha vida sem me importar? Por que eu simplesmente não saio de ti, viro as costas e te deixo, antes que tu o faça? Sempre tem algo que me prende à ti. Por favor, não chame isso de amor. Seria mais fácil se eu tivesse saído dalí, no primeiro dia que ti vi, sabia? Seria mais fácil se eu tivesse escapado, fugido. Sem satisfações. Aliás, nunca eu deveria ter dado satisfações, não à ti. Não antes de ir…Ou de deixar tu ir. Mas parece que algo me dizia pra ficar. Não sei o quê. Talvez uma parte significantemente estúpida de mim. Ou fui eu, me enganando? É o que ando fazendo ultimamente. Ando me matando por dentro. Sabe quem vem causando minhas lágrimas, minha tristeza, minha saudade e minha nostalgia? Isso aqui, eu”